Contos


Gritos noturnos

Uma noite acordei com minha vizinha me gritando pedindo socorro. Levantei correndo e perguntei o q era. Ela só dizia venha até a minha casa.

Corria, bati na porta e nada, gritei de volta e nada. Quando virei para sair vi o sangue escorrendo perto do portão. Chamei a policia e qdo chegaram descobriram q ela estava morta a pelo menos 2 dias

Brincadeiras Perigosas

Foto de www.alemdaimaginacao.com 

A chuva caía torrencialmente do lado de fora da casa. A luz apagou fazia mais de meia hora. Estela estava com duas amigas em casa (com algumas velas acesas ). Já que não podiam acessar internet, ver tv  e nada divertido, porque não fazer uma brincadeira diferente com as amigas?Combinou com as duas e foram para sala com espelho na mão. Iam participar da velha brincadeira de invocar “Mannon”. Colocando as velas em volta delas e com o espelho ao centro, começaram o ritual. Chamaram a primeira vez, a segunda... Na terceira vez, todas já apreensivas com o que ia acontecer. Mas para decepção ou alívio, nada de anormal se manifestou. Ficaram chateadas, mas puderam dar boas risadas por acreditar em lendas urbanas.  
Mas, tarde da noite naquele mesmo dia, Estela já deitada em seu quarto escutou um barulho estranho na cozinha.  Esperou um pouco e ouviu novamente, uma batida, duas, três. Com medo de ir sozinha ver o que era, chamou as amigas. Ninguém tinha coragem de descer para ver o que estava acontecendo.
De repente, um barulho de passos... Morrendo de medo correram para trancar a porta do quarto. Tentaram ligar para a polícia (seria um ladrão?). Os celulares estavam sem sinal. Já aterrorizadas, pularam da cama, pegaram alguns objetos com os quais poderia se defender no caso de um ataque e ficaram de prontidão atrás da porta fechada.
O clima era de total tensão. Os passos tinham cessado, mas agora ouviam um barulho estranho, baixo como se fosse um grunhido rouco bem baixinho.  O barulho ia se aproximando cada vez mais da porta do quarto. Parecia estar a poucos centímetros da porta. As três evitavam fazer qualquer barulho e controlavam até a respiração para que não saísse alta. OS olhos grudados na porta.  
O silêncio reinou ... não se ouvia mais nada... Foi quando Estela sentiu um calafrio, uma sensação de estar sendo observada. Olhou para o lado e lá estava...  atrás de sua amiga, bem ao seu lado, “a Criatura”. Olhando para elas, um olhar assassino, perverso.
Não tiveram tempo nem de gritar. O medo às deixou paralisadas. E aquele sorriso malévolo... A “Coisa” estendeu sua mão deformada e quebrou o pescoço de uma de suas amigas e arrancou o coração da outra. Ao se aproximar de lhe jogou longe. Ela já caiu desacordada. 
No dia seguinte acharam o corpo das duas amigas sem vida, e Estela desacordada. Ao lado dela apenas um bilhete... Nunca brinque com o que não conhece....
O caso aconteceu anos atrás mas até hoje ela tem medo de dormir, tem medo do escuro e principalmente tem medo de “Mannon”.

A busca pela escuridão

Ela amava a noite. Gostava de coisas sombrias. Era amante da lua e acima de tudo, vivia atrás do sobrenatural. Tentava comunicar com os mortos, estudar bruxaria e coisas a fim. Mas nada surtia efeito era mais uma distração para os dias de tédio.  
Até aquela noite.... Ela estava caminhando apreciando a escuridão quando esbarrou no garoto mais lindo que já tinha visto. Ficou impressionada. Ele por sua vez, também encarou a menina admirando –a  incansavelmente.
Começaram a conversar, tinham muitas ideias em comum. O garoto parecia ser feito para ela...
Passaram a se encontrar  todas as noites para conversar longas sobre tudo que fosse sobrenatural. Ele parecia entender muito do assunto.
Certa noite ele aparece no local marcado e faz um desafio a garota. Ir ao cemitério com ele para que possam “visitar os mortos”. Ela aceita o convite e partem para o passeio. No outro dia os pais da garota vão a polícia. A garota não voltou para a casa. As buscas começam, parentes, amigos, logo depois a polícia mas, a única coisa q encontram foi a echarpe da garota perto de um túmulo do cemitério.  Na lápide os dizeres “Descanso eterno não existe aos que procuram pela escuridão”.



Acerto de contas...

E ela acordou assustada mais uma vez... Não era a primeira vez que  acordava de madruagada, suada e com o coração agitado sem motivos aparentes. Isso vinha de repente , aquela sensação de estar sendo observada, de que algo ruim estava para acontecer.
Fez o ritual de sempre que acontecia isso. Levantava, acendia a luz, pegava o terço e ia rezar até amanhecer. Mas naquela madrugada algo estava diferente. O terço não estava lá. O crucifixo da parede estava caído no chão. Ainda assustada sem saber o que tinha acontecido ela  pegou o crucifixo e tentou voltar para cama. Foi quando viu “aquela coisa” na beirada da sua cama. Era um ser monstruoso, que parecia não ter pele, seu rosto deformado, e ele parecia procurar algo entre as cobertas. Estava procurando – a. Ela foi se escondendo no meio das sombras, tentando não fazer barulho e alcançar a porta. Foi quando o ser virou e olhou diretamente para ela. Passou a caminhar em passos lentos. Ela aterrorizada não conseguia mover um músculo. Quando chegou bem próximo o ser sussurrou “porque você não me ajudou, olha o que você fez!” . Desesperada ela tentou explicar que não o conhecia, que era um engano. Mas percebeu que conhecia sim aquele ser. Era bem parecido com o andarilho que sem querer ela tinha atropelado uns meses atrás. Com medo da repercussão, fugiu quando percebeu que o atropelado havia morrido.Pediu desculpas, disse que foi um acidente mas o ser só queria vingança. Pediu ajuda aos céus em pensamento, mostrou o crucifixo para o ser mas ele parecia nada temer. Foi quando sua mãe abriu a porta do quarto e acendeu a luz. Encontrou a filha aterrorizada, encostada na parede como se tivesse sendo encurralada. Chamou, e a menina aos poucos foi percebendo que seu algoz havia desaparecido. Por aquela noite ela estava livre mas, até quando?
Hoje ela passa as madrugadas acordada, com as luzes acesas e terço na mão, esperando assustada quando o monstro virá cobrar a sua dívida.


Dias sombrios

Aqueles eram dias sombrios, o tempo instável, chuva torrencial, as vezes vento, outras só o vazio no céu onde deveriam estar as estrelas. Naty olhava pela janela a escuridão no quintal de sua casa. No meio das árvores, o vento parecia mais assustador. Mas algo lhe chamou a atenção. Parecia haver alguma coisa, olhando em sua direção. Digo coisa porque a forma não era de nada humano que ela conhecia. Um pouco assustada, um pouco curiosa ela manteve o olhar fixo também em direção a criatura. Esse olho- a -olho durou um tempo pequeno até um sorriso cruel apareceu no rosto do estranho que sumiu em seguida.
Naty logo fechou a janela e não quis mais olhar para fora. Ao passar das horas começou a pensar que tudo tinha sido fruto de sua imaginação. Foi deitar já nem se lembrar mais do ocorrido.
No meio da madrugada acorda de repente. Seu quarto está escuro, ela vira de lado e a única coisa que vê  é um par de olhos brilhantes feito fogo. Os mesmos que ela viu no quintal. Apavorada a garota grita até que os outros da casa venham socorre –la e claro, não acharam nada.
Ela não dormiu mais aquela noite e manteve a luz acesa. As próximas noites foram também difíceis. Além de não dormir, sempre deixava a luz do quarto acesa, mas mesmo assim, qualquer cochilada que dava acordava com a criatura encarando e a luz apagada.
Já em desespero, na sétima noite desde o acontecido, ela criou coragem e resolveu encarar a fera de frente.
Apagou a luz do quarto, fechou a porta e ficou esperando o que quer que fosse aquilo aparecer.
Quando já estava desistindo, os olhos começando a fechar  pensou... “hahahaha grande fantasminha, só gosta de assustar os outros quando estão dormindo, se enfrenta –lo ele logo foge”. Não deu tempo nem de completar o raciocínio, pois sentiu uma mão apertando sua garganta. A criatura com uma só mão a levantou da cama segurando –a pelo pescoço. Naty não conseguia gritar, mal conseguia se mover. A fera então cruzou seu olhar com o da vítima e disse numa voz de dar medo... “Nunca desafie um ser das sombras. No dia em que você me viu pela janela eu estava entrando em casa a pedido de outros seres do meu grupo para uma missão. Mas seu olhar perdido para o vazio da noite me chamou a atenção e resolvi brincar um pouco antes de terminar meu trabalho. Hoje terminei, não voltarei mais. Mas amanhã ao acordar terá uma bela surpresa.
A última coisa de que Naty se lembra foi do monstro soltar sua garganta e a sensação de queda. Depois tudo ficou escuro. Acordou no outro dia no hospital. Segundo os médicos ela tinha caído de mal jeito causando uma lesão na medula espinhal. Não poderia mais andar. Do lado dela foi encontrado apenas um bilhete dentro de um copo quebrado que dizia.... “ no jogo do copo nunca deixe o copo quebrar...” . ela então se lembrou de ter feito a pouco mais de um mês, essa maldita, brincadeira entre amigos quando pensando ser uma fraude, atirou o copo na parede. E  Naty aprendeu a duras penas que não se deve brincar com o sobrenatural.


sonho ou realidade
Foto de joshuahoffine

Estava sozinha em casa quando escuto a janela bater.. olhei e não tinha nada. Quando voltei para o quarto, a janela estava aberta mas eu jurava ter fechado. Pode ter sido impressão minha, desta vez fechei realmente a janela... escuto barulho na cozinha, parece passos. Mas não estou sozinha em casa? já começo a ficar com medo. Devo estar ouvindo coisas.. Mas os passos continuam, fico em dúvida se saio do quarto para olhar ou me tranco de vez esperando pior. Deixo o medo de lado e resolvo verificar. não tem nada lá. Ufa . A luz pisca, a porta do meu quarto bate, as luzes da sala, quarto e corredor se apagam uma a uma como se alguém estivesse passando e apagando, fico apavorada e saio pela porta da cozinha mesmo de pijama... no quintal tem muito mato e barro, vejo a luz da cozinha se apagar e alguém escancarar a porta por onde passei. começo a correr no meio do mato, grito mas ninguém parece escutar. de repente alguem me puxa e tampa minha boca. Escuto a voz sussurrada em meu ouvido. Não fala nada pois ele pode te escutar. Vamos, temos que chegar até o local seguro onde ele não pode te achar. Segui a pessoa que me ajudava mas por algum motivo seu rosto parece embaçado para mim. corremos muito escondendo no meio de uma mata que com certeza não é meu quintal. Passamos por um local com muito lodo, barro e escutei várias vozes chorosas melancólicas. Minha ajudante sem rosto pede pra eu não dar ouvidos, eles querem me atrasar. Precisamos chegar bem rápido ao seu local seguro. Enfim chegamos numa espécie de casa no meio do nada. o caminho é feito de pedras enfileiradas mas em volta delas só um vácuo, um vazio como se estivesse no céu. Quando chegamos na tal casa a minha guia diz. Pronto aqui está segura, pode deitar e voltará tudo ao normal. Antes de perguntar o que era aquilo ela já me interrompeu. Não, não pergunte nada. Não posso falar. Mas assim que acordar lembre - se de colocar um terço em cada lado da sua cabeceira na cama, e se o sonho se repetir lembre - se de mim que virei socorre -la. "Ele" pertence a sua vida passada e quer vingança. Nunca tente se lembrar dele pois pode se aproximar de você novamente. Depois disso ela me fez deitar numa cama parecida com a minha... 
Acordei! olhei para meu quarto, ufa foi só um pesadelo!!! Estou suada.. Um copo d'água vai me fazer bem. Quando coloco o pé no chão... Meus pés estão sujos de barro, a luz do meu quarto está apagada corro para a cozinha e bum.. a porta da cozinha escancarada... fecho tudo correndo acendo todas as luzes da casa e me lembro dos terços... Nunca mais eles saem da beirada da minha cama. Rezo sempre para minha amiga do além, quanto ao outro, seguindo a dica... não quero nem pensar....

Voz no rádio
Esta historia me foi contada quando eu era criança. Numa cidade do interior aqui de Minas, um jovem estudante saiu mata a dentro para pesquisar e escutar o cantos dos pássaros. ele acampou e passou o dia embrenhado na mata fechada com o gravador ligado para captar o canto dos animais. Quando chegou em casa ligou o toca fitas para escutar a gravação. E levou aquele susto. No meio da gravação havia uma voz pedindo a seguinte ajuda: "Por favor meu avião caiu aqui perto, eu não sobrevivi. Avise a minha mãe que estou bem, a morte foi rápida e não sofri. Peça as autoridades que procurem por mim no lado norte desta mata". O estudante primeiro pensou que fosse brincadeira de alguém que esteve escondido na mata enquanto ele pesquisava. Mas, em seguida, ficou sabendo que um avião de pequeno porte tinha desaparecido naquela região a menos de uma semana. Mesmo sem acreditar muito, mostrou a fita aos bombeiros que resolveram fazer uma busca no lado norte como estava na fita. Encontrara então o avião caído e o corpo do piloto em estado de decomposição.
Por isso cuidado com o que você deixa gravando a esmo... Dizem que se você ligar um rádio numa frequência onde só tem "chiado" e deixar gravando, quando for ouvir pode ter uma surpresa. Alguns espíritos gostam de usar esse tipo de comunicação para deixar recados ou pedir ajuda...




Visitas noturnas
Vocês já acordaram com a sensação de que está caindo ? Já sentiu um frio repentino? Já se sentiu observado? Tome cuidado! Dizem que estes são sinais de que existem espíritos por perto.
Vou contar um caso me foi passado hoje. Uma amiga minha estava em casa normalmente, foi dormir e, como de costume, ligou a TV para assistir até dormir. Sua mãe chegou a porta do quarto e perguntou se queria que apagasse a luz e ela respondeu que não. Que depois apagava (já com a intenção de não apagar claro).
Num certo ponto ela já cochilando, a luz do quarto apagou. Ela já ia se virar pra agradecer a mãe quando lembrou que a porta do quarto estava fechada. Logo em seguida a TV desligou sozinha. Ela já com medo, tentou levantar da cama mas viu uma figura de uma criança sentada na beira de sua cama. Ela ficou muito assustada principalmente porque a criança tinha um semblante de raiva de dar medo. Ela tentou gritar mas a voz não saía, tentou sair do quarto mas a porta parecia não querer abrir. Ela se lembrou de ter sentido muito medo e depois ter acordado no dia seguinte caída no chão perto da cama. Sem saber se foi real ou pesadelo, resolveu tratar como a segunda opção. O pior é que ela começou a sentir a presença da criança em todos os lugares em que ia. Acordava frequentemente com som de uma criança chamando – a pelo nome, sentia um frio inexplicável e só ao seu redor. Quando dormia acordava assustada com a sensação de estar caindo. Já quase a beira do estresse ela contou a mãe o ocorrido e a data de quando começou. A mãe então contou que a criança era a sua irmã gêmea que morreu antes de nascer.  Rezaram pela alma da menina e parecia tudo ter resolvido. Nos primeiros dias a garota teve paz, dormia bem e estava voltando a rotina...
até que numa noite ela acordou com um solavanco, a “criança” estava ao seu lado as já não tinha característica de criança. Era uma adulta da sua idade, com semblante de ódio e dizia que a irmã tinha lhe roubado a chance de viver. No parto a mãe teve que escolher em salvar uma das crianças e escolheu a outra. A  garota gritou tanto que mãe veio correndo acudir e quando chegou ao quarto encontrou a filha sendo jogada de um canto a outro do quarto, um frio terrível, e implorou a Deus para que isso parasse. Nisso a menina foi jogada ao chão com violência e a mãe repentinamente sofreu um ataque do coração falecendo ali mesmo.
Até hoje essa amiga encontra se em tratamento com psicólogos . O que aconteceu ninguém sabe explicar mas ela vive cheia de marcas e arranhões no corpo que aparecem quando ela dorme.




Anjos existem?



Esta história aconteceu comigo há poucas semanas. Estava voltando da aula à noite como de costume quando senti alguém me seguindo. Claro, fiquei com medo absurdo. Olhei para todos os lados e nada. Estava sozinha. Mas a sensação não passava. Em alguns momentos (geralmente quando eu passava por ruas desertas) eu chegava a ouvir passos atrás de mim e ficava apavorada. Aumentava o ritmo da caminhada, olhava para todos os cantos e não via ninguém... Outras vezes só uma pessoa passando apressada do outro lado da rua e que também me olhava assustada (provavelmente alguém corajoso como eu...). Quando estava chegando próximo a minha rua, (e quem conhece o lugar que eu moro sabe que para chegar a minha rua tenho que passar uma avenida super escura e que a noite fica deserta) o desconforto aumentou. Tentei me convencer de que isso era fruto do medo. Mas de repente numa das ruelas que cortam a avenida apareceu do nada uns carinhas mal encarados que vieram em minha direção. Eu não tinha pra onde correr (e mesmo que tivesse o medo não deixaria). Eles chegaram a dar alguns passos em minha direção, mas olharam para algo atrás de mim e mudaram o rumo às pressas quase correndo mesmo. Um deles saiu gritando, você viram o que eu vi? O que é aquilo nas costas do cara? parece morcegoooo. Também olhei para trás e vi um senhor de rosto comum aparentando ter uns 50 anos que riu pra mim e disse. Agora você pode seguir seu caminho sossegada, sua mãe pediu pra eu te acompanhar e te entregar sã e salva em casa. Como eu nem conhecia o cidadão, virei às costas e continuei andando com pressa. Não cheguei a dar nem dez passos e virei pra trás... O tal senhor estava entrando na Capelinha que tem perto da minha casa. Detalhe... A capela estava trancada, e ele atravessou a porta... Nunca mais vi o tal sujeito, cheguei em casa e perguntei a minha mãe se conhecia alguém com aquelas características. Ela disse que não mas como eu estava demorando, ela rezou para que meu anjo da guarda para não deixar que nada de mal me acontecesse...
Se vocês vão acreditar eu não sei mas, depois que vi o "anjo" passei a acreditar que  realmente nunca estamos sozinhos


O Pedido de ajuda

Essa história aconteceu numa cidadezinha de Minas que fica perto de Belo Horizonte.
Contam os antigos moradores que, numa noite chuvosa um senhor voltava pra casa quando de repente apareceu um homem no meio da estrada pedindo ajuda. Como o estranho praticamente entrou na frente do carro, o motorista foi obrigado a parar. O homem muito nervoso pedia ajuda pois o carro em que ele estava com sua família tinha caído do barranco. O motorista foi logo ajudar o senhor que estava desesperado. O desconhecido só dizia para ajudar a família pois ele estava bem... O motorista então desceu o barranco e viu que realmente tinha um carro caído. Neste tempo, alguns outros motoristas pararam também para saber o que tinha acontecido. Juntaram então 6 homens e desceram para ajudar os ocupantes do carro. Chegando lá encontraram uma mulher no volante e duas crianças feridas no banco de trás. Logo resgataram as ocupantes, levaram ao hospital e chamaram a polícia. Até então tudo estava tranquilo. Até a ocupante do carro dar seu depoimento dizendo que não havia mais ninguém no carro além dela e das duas crianças . O homem em questão não foi encontrado mais. Na estrada ninguém mais o tinha visto a não ser o primeiro motorista a quem ele pediu ajuda. Intrigado com a situação, esse primeiro motorista descreveu para a mulher o tal homem da estrada. Foi quando a ferida mostrou a foto do seu pai que tinha morrido a mais de 20 anos, ainda quando era ela criança. Para a surpresa de todos era o mesmo homem que pediu ajuda.
Como dizem os antigos.. A salvação sempre vem de onde a gente menos imagina...




Os quatro cavaleiros e o escravo fujão


Mais uma vez vou contar uma história que faz parte da minha rotina....

A minha rua é relativamente nova em comparação a cidade. A minha casa foi construída pelo meu avô. Na época da construção  eles eram um dos únicos moradores. O resto era só mato e brejo...
      Bom,  segundo dizem, nesse mesmo lugar no início do século muitos homens passavam  fugindo da Estrada Real para fins de contrabando ou mesmo por terem cometido outros crimes e não querendo encontrar com autoridades no caminho. Eis que numa noite de inverno numa hospedaria perto daqui, um escravo conseguiu fugir do seu Senhor, um rico comerciante que transitava por estas bandas rumo à capital mineira.O fugitivo levou todo o ouro que o Senhor pretendia negociar.
     Logo que ficou sabendo da fuga, o Senhor chamou três companheiros de viagem e foram a cavalo dar uma busca pela cidade.O escravo muito esperto e já sabendo da fama deste lugar, preparou uma pequena armadilha para seus perseguidores. Atraídos para parte mais escura e deserta do brejo,os quatro homens foram brutalmente assassinados por bandidos que por aqui se escondiam e aos quais o escravo tinha prometido uma quantia em ouro se lhe ajudassem....
Para a surpresa do escravo, porém, depois de assassinar os quatro cavaleiros, os bandidos o mataram também e fugiram rumo a cidade vizinha, feliz com a quantia conseguida.
     Os corpos dos infelizes nunca foram encontrados.  Mas deste dia em diante, Toda madrugada nos dias mais frios da cidade é possível ouvir o barulho de cascos dos cavalos com os quatro cavaleiros a procura do ouro perdido. Junto a este barulho, um lamento de tristeza e revolta do escravo que perdeu a vida tentando ganhar a liberdade.
           Para aqueles que precisam passar  por esta  rua depois das 11 da noite, (como é o meu caso), os mais antigos ensinaram a levar sempre algumas moedas no bolso e, quando ouvir o barulho dos cascos ou o lamento triste, jogar estas moedas no sentido contrário ao que está indo. Pois eles seguem o barulho das moedas pensando ser o dinheiro perdido para os ladrões.
          Os fantasmas eu nunca vi mas, várias vezes voltando pra casa escutei os cascos dos cavalos. Nessas horas jogo logo as moedas para o outro lado e nunca quis ficar para confirmar se a história é real ou apenas mais um "causo"  mineiro.  
Quem for corajoso o suficiente, está convidado a passar pela minha rua nas madrugadas de inverno :D!!!





O Rio das mortes

Para quem não sabe "Rio das Mortes" é um rio que passa pela cidade de Barbacena (MG)ficou conhecido por este nome por causa das várias mortes que ali ocorreram na época da corrida pelo ouro.
Bom, reza a lenda que uma família para não ser assassinada numa dessas disputas por terra, pediu ajuda ao Diabo jurando devoção se ele salvasse suas vidas. Assim foi feito... A família escapou de várias emboscadas, conseguiu destruir seus inimigos garantido assim a posse definitiva da terra. Viveram ali por mais de dez anos e já haviam até esquecido da promessa já que nunca foram cobrados. Passaram acreditar que tudo foi fruto da sorte e inteligência e que o pacto nem existiu a não ser na cabeça deles...  E a caçoavam do fato com os amigos dizendo ter "passado a perna" na morte.. Coincidentemente no mesmo dia que falaram isso, um incêndio queimou toda a propriedade e com os moradores dentro. Os vizinhos relatam que ouviam os gritos dos moradores implorando perdão e que ninguém conseguia  aproximar da casa para soccorre -los. Após algumas horas o fogo se apagou e só o que restou foi um cheiro horrível e cinzas.
A alma destes infelizes foram penitenciadas a permanecer vagando pela margem do Rio procurando novas vítimas para o "seu senhor". . E até hoje as pessoas que moram perto do local aconselham aos desavisados que passam pelo por lá. Se encontrarem uma família oferecendo dinheiro, ou respostas as suas aflições em troca de fios de cabelo ou um favor que mais tarde será cobrado, corra!! Pois aqueles que não cedem a suas investidas, são encontrados mortos na beira do rio . Motivo da morte? geralmente queimaduras mas, ao redor do corpo nenhum sinal de incêndio.

História enviada por PH :D

O Homem da capa preta


Esse fato aconteceu lá pelas bandas de Congonhas (MG). quando eu era criança circulou pela cidade a notícia de um homem que andava com uma capa preta e que durante a madrugada jogava álcool e fogo pelas  janelas das casas. Até aí nada de sobrenatural. Apenas mais um psicopata.
O que chamou atenção foi o fato de algumas das vitimas morar no 2ª e 3ª andares. As janelas dos quartos onde ele ateou o fogo davam frente para rua e mesmo assim ninguém nunca ouviu nenhum barulho. Outro fato curioso é que pelo menos 3 das casas contavam com cachorro bravo fazendo a  segurança e os animais não latiram, não tiveram reação nenhuma.
Congonhas é uma cidade pequena, as ruas estreitas e as casa na sua maioria antigas onde qualquer vizinho escuta até dentro da casa do outro. Mas ninguém escutava o tal homem. Só acordavam com os gritos das vítimas.
Lembro que uma noite alguém disse ter visto uma pessoa suspeita na rua que fica acima da minha casa. Imediatamente fecharam o bairro inteiro e nada....
Da mesma maneira que os ataques começaram , terminaram. O homem sumiu (?) . Ninguém teve mais noticias dele. Quem era, o motivo por ter feito isso ninguém nunca soube responder. Só sei que a janela do meu quarto está sempre muito bem fechada  e até hoje tenho pesadelos com esse misterioso bandido. 


Espíritos em casa




Algumas pessoas insistem em não acreditar na existência de espíritos. Mas, muitas vezes eles nos mandam sinais basta saber interpretá los.
Uma das maneiras mais simples de comunicação usadas por eles são os "ruídos" dentro de casa. Não falo de correntes arrastando como nos filmes antigos. São ruídos que passam quase despercebidos. Morei numa casa por exemplo, onde ouvia pessoas andando na porta do meu quarto quando na verdade não tinha ninguém. Outras vezes a porta fazia barulho sendo aberta e alguém entrado mas quando olhava , estava fechada. A princípio não dei muita atenção mesmo porque eu trabalhava o dia todo e só chegava em casa  a noite. Até que certa madrugada acordei com o colchão afundando ao meu lado como se alguém tivesse acabado de sentar. Levantei assustada mas claro, não tinha ninguém. Acendi a luz (por via das dúvidas),e voltei a deitar. Antes mesmo de ter me acomodado ouvi barulho na minha prateleira de  perfumes. Sentei na cama e pedi "seja lá o que for, vá embora" e rezei a noite inteira ....
Nas noites seguintes piorou tudo...
eu ouvia pessoas gritando, louças quebrando como se fosse uma briga nos vizinhos, levantava assustada para ver de onde vinha a gritaria mas assim que saía do meu quarto o silencio era total. Os únicos lugares que realmente eu ouvia gritos era  no meu quarto e quando eu chegava em casa ouvia choro de vários bebês incessantemente num cômodo ao lado... era o que mais me agoniava. Aquelas crianças chorando o tempo todo.... abria a porta do cômodo e não tinha nada lá. Já com muito medo, comentei com uma vizinha, perguntei se ela também ouvia, se era na casa dela sei lá, de algum lugar tinha quer vir aquela barulheira. Foi quando ela me contou que na minha casa, no inicio do século morava uma senhora que fazia abortos em jovens "impuras" a pedido dos pais. Muitas "moças de família" eram levadas pelos pais para que fosse retirado o motivo da vergonha da família... Justamente no meu quarto era onde a velha amarrava as jovens para o crime, muitas morreram ali . E no cômodo em questão ficava uma espécie de fossa onde os fetos eram jogados.
A partir desse dia comecei a rezar todas as noites pedindo para que aquelas pobres almas fossem libertadas, chamei um padre para benzer e depois de de um certo tempo a calmaria voltou. Nada de choros, nada de gritos e louças.... Algumas vezes eu sentia a presença de alguém , uma  sensação de estar sendo observada... prefiro acreditar que era algum espírito amigo que passava por ali de vez em quando para garantir que estava tudo bem....

 O Menino misterioso



Juliana estava super feliz. Acabara de conseguir emprego na mesma escola em que seu pai estudou. Uma escola Muito tradicional de uma cidadezinha aqui de Minas. Não via a hora de começar;...
No primeiro dia de trabalho como pedagoga viu um menino de olhar triste sentado na escada que ficava no fim do corredor. Quando chegou perto  menino saiu e parecia te entrado no armário de materiais de limpeza. Impossível pensou Juliana, o armário vive trancado a chave. Achou o fato estranho mas não deu muita importância, foi animada começar seu trabalho.... durante toda a semana a mesma cena se repetiu. Já preocupada com o tal aluno, Juliana procurou saber com a  diretora, inspetora e demais funcionários quem era o menino misterioso mas ninguém se lembrava nem tinha visto tal figura... Uma tarde saindo da biblioteca da escola ela então viu uma foto da viagem da turma de 1971 e para sua surpresa quem estava no meio? O aluno misterioso. Mais do que depressa ela pegou a foto e reconhecendo seu pai na mesma fotografia, pegou -a  e levou para casa afim de esclarecer a historia. Seu pai ficou apavorado quando ela relatou os encontros como menino e disse que aquele era Alexandre, um "Nerd" que estudou com ele e um dia suicidou tomando alguns produtos químicos do armário de materiais de limpeza no colégio.  Juliana ficou arrasada. No dia seguinte cedo viu como sempre o garoto e resolveu segui -lo ate o tal armário. O que se passou la dentro ninguém nunca soube uma vez que a jovem pedagoga foi encontrada morta na mesma tarde dentro do armário com cara de pavor e, para a surpresa de todos, a causa da morte foi ingestão de cloro (quase 1 litro). No velório veio a revelação... O pai de Juliana inconformado acabou confessando que a 38 anos atrás ele e uns amigos tinham como sempre batido no "Nerd" da turma e este acabou caindo desacordado. Para incubrir os fatos, eles resolveram colocar cloro boca abaixo simulando suicídio. O que ele não contava é que os mortos nunca esquecem .... 

Não Desafie o Demônio


Esta história é real. Pelo menos os acontecimentos são reais. alguns detalhes eu obtive através dos comentários de vizinhos próximos da vítima mas os fatos estão comprovados para quem quiser tirar a dúvida...
Aqui em Barbacena uns anos atrás viveu um homem que trabalhava de sol a sol numa roça humilde no quintal de sua casa. Do dia para a noite ele transformou sua casa numa fazenda onde criava gado. Comprou toda a rua onde morava transformando -a quase num condomínio exclusivo. Alugava as casas, vendia leite,carne bovina, e esbanjava toda riqueza sem ninguém entender de onde veio tanto dinheiro.. Os vizinhos da época contam que em sua casa ele ergueu um altar de adoração ao diabo onde tinha velas vermelhas, algumas imagens satânicas e até uma Cruz de cabeça para baixo. Se existia mesmo não posso afirmar. Mas o fato é que ele dizia à todos que tinha conseguido uma maneira de enganar o Diabo. No pacto que fez afirmou que sua alma não seria o pagamento da dívida e sim outra coisa de valor que não fosse sua riqueza... Como o homem não dava valor a nada especial a não ser o dinheiro e a vida, achou que estava tranquilo... 
Os anos passaram e este senhor se casou e teve três filhos. Os dois primeiros morreram aos 6 anos , 6 meses e 6 dias de idade. Um morreu enquanto brincava com sua bicicleta no jardim. Um tombo bobo mas fatal. O segundo se afogou na piscina infantil na sua própria casa. Quando a terceira filha estava para completar 6 anos e 6 meses de vida o homem já desesperado teve a ideia de colocá - la num convento pois lá com a proteção divina, a criança estaria a salvo das mãos do demônio. No mesmo dia em que a menina foi entregue ao convento, um grande incêndio devastou a casa do homem. Ele sumiu.!!! Não acharam nem o corpo carbonizado. Tudo virou cinza ... O pessoal que morava nas casas alugadas contam que nesse dia a rua inteira ficou com cheiro forte e a fumaça invadia as casas mesmo com janelas e portas fechadas.. foi horrível!! A esposa sobreviveu mas como não tinha mais como arcar  com o prejuízo causado pelo incêndio, precisou vender as casas de aluguel e com o que restou do pagamento das dividas comprou uma casa modesta no subúrbio da cidade. A filha hoje é freira e dizem que é uma das mais devotas... Já as casas que foram vendidas, todos que moraram nelas não conseguiram ficar por mais de dois anos. Moradores ficaram doentes, Alguns casais contam que chegaram a separar enquanto moravam lá por conta de brigas sem razão. O fato é que onde existia a fazenda hoje passa uma rua, as casas que pertenceram ao homem já foram reformadas, alguma demolidas e reconstruídas mas sempre que passo por lá há  um morador diferente. Ninguém fica por muito tempo por naquele lugar ..

O Visitante Noturno

Esta história fiquei sabendo ontem e resolvi contar a vocês. Se passa numa vila  chamada Casa de Pedra e que  hoje nem existe mais.
Eram mais ou menos 4 da manhã quando um jovem ia pela estrada esperando o ônibus que o levaria até a cidade vizinha para trabalhar. De repente ele sentiu a presença de alguém por perto mas como ainda estava escuro, não conseguiu enxergar ninguém... Mesmo com medo, continuou seu caminho. Até que ouve o trote de um cavalo atrás dele e quando olha para trás o que vê o assusta...
Segundo contou a todos, não dava pra ver nada além de um contorno de cavalo em chamas. e quanto mais ele corria mais rápido o cavalo ia atrás dele. Já se vendo sem saída começou a rezar e pedir proteção . Quando já estava  escutando o trote bem de perto, surgiu um senhor no meio da estrada que o amparou e o levou até uma casa próxima deixando - o na porta e partindo em seguida. Muito assustado, o jovem bateu e uma família veio a seu socorro . O Senhor que o ajudou ninguém teve  noticias. Mas,enquanto existiu a vila, muitos diziam ouvir a noite o trote do cavalo pelas madrugadas e poucos se atreviam a caminhar de madrugada por aquelas bandas...


O Acidente

Uma noite um amigo de um amigo estava voltando pra casa de carro quando de repente bateu em alguma coisa. ele logo pensou que tinha atropelado um animal na pista ou algo assim. Parou mas não desceu do carro.. olhou em volta e viu que estava tudo escuro e não tinha ninguém por perto.. Por medo ou falta de vontade mesmo ninguém sabe, não parou para ver . seguiu viagem e apesar de um pouco preocupado não deu mais atenção ao fato e não comentou com ninguém...
Alguns dias depois os pesadelos começaram.. ele mal fechava os olhos e vinha um homem alto, com olhos cheios de ódio acusando - o de assassino e jurando vingança... Mais tarde ele começou a ver este mesmo homem mesmo acordado. As vezes quando estava dirigindo o se algoz aparecia em sua frente, outras no meio da multidão.
Amedrontado o garoto foi procurar saber sobre vitimas de atropelamento na estrada que ele tinha passado no dia do acidente..  Na cidade vizinha, descobriu que naquele mesmo dia aconteceu um acidente de carro na estrada e que um carro com uma família inteira tinha caído num barranco poucos minutos antes dele passar. E que não havia sobreviventes. Ficou curioso a respeito do caso já que ele não tinha visto nada e ninguém tinha falado nada de atropelamento também. Foi quando viu a foto no jornal.. O homem que o perseguia era um dos ocupantes do carro acidentado . 
Ele ficou apavorado sem saber o porque da perseguição . Quando voltava pra casa  pensando nisso o tal homem apareceu novamente na frente do carro. Desta vez o garoto consegui desviar mas bateu numa arvore. Preso nas ferragens e um pouco tonto ele contou que o homem chegou perto dele e contou que no dia do acidente sua filha conseguiu sair do carro e subiu até a estrada para pedir ajuda mas foi atropelada por alguém que não parou nem para ver se ela estava bem. mesmo machucada a menina tentou voltar para perto do carro dos pais mas morreu a poucos metros de distancia e o pai q ainda estava vivo e preso nas ferragens jurou que vingaria que tinha feito aquilo... O Amigo deste meu amigo hoje conta a história com muita tristeza em saber que por conta de negligencia uma família inteira morreu e ele hoje numa cadeira de rodas, ainda e atormentando pela voz do senhor que jurou não descansar ate vê - lo morto também.



A casa Maldita

Muitas pessoas já fizeram relatos sobre casas mal assombradas. Mas esta história realmente é verdadeira e aconteceu numa cidadezinha perto de Barbacena.
Uma família vinda do Espírito Santo comprou a casa pelo preço bem abaixo do normal. E, felizes com “a sorte grande” que tiraram ao fechar o negócio, mudaram antes mesmo de fazer pequenas reformas no lugar.
Tudo ficou bem durante um tempo, apesar de ouvir alguns ruídos, alguns objetos da casa aparecer quebrados (o que geralmente era atribuído as crianças), tudo corria na perfeita ordem.
Até que o filho mais novo do casal começou a conversar com seu “amiguinho imaginário”, que segundo ele, era um garoto da sua idade que dizia já ter morado na casa. O menino passou a ficar mais agressivo, às vezes fazia coisas estranhas como destruir objetos, alguns acidentes domésticos começaram a acontecer sempre quando o caçula estava por perto. E ele sempre dizendo que não era sua culpa e sim do seu amigo.
Preocupada, a mãe proibiu o menino de ficar com essas “fantasias tolas”, os irmãos passaram a isolar o garoto com medo de suas ideias e brincadeiras.
Numa tarde, a irmã mais velhos (que na época tinha 14 anos), estava em seu quarto ouvindo música quando o caçula chegou à porta dizendo que “seu amigo” não a queria naquele quarto. A menina nem se deu ao trabalho de responder, fechou a porta e continuou a diversão. Foi quando de repente, o som parou de tocar. Ela pensando ser problemas comuns religou o aparelho. Este ao invés de tocar a música, começou a emitir som de vozes incompreensíveis, ao mesmo tempo em que ela sentiu uma força a empurrando, beslicando. Assustada a menina começou a gritar e tentou abrir a porta. Que emperrou sem explicação nenhuma.
Quando os pais ouviram o barulho correram apara acudir e quando conseguiram abrir a porta só encontraram a menina morta, toda arranhada e com expressão de susto no rosto.
Os pais não viam motivos para isso ter acontecido, como alguém poderia ter entrado na casa e feito aquela barbaridade.
O caçula insistiu que o amigo não queria ninguém naquela casa que um dia foi dele. E que segundo o tal amigo, isso ia se repetir até que todos fossem embora. A mãe começou a investigar e descobriu que naquela casa há 10 anos morou uma família cujo filho menor (que na época tinha 6 anos, mesma idade de seu filho), havia desaparecido misteriosamente e nunca foram encontradas pistas sobre seu paradeiro.
Ela começou a investigar realmente sobre a casa, a família e enquanto isso coisas absurdas continuavam a acontecer. O Pai caiu da escada, jurando sentir uma mão o empurrando, a mãe frequentemente sentia alguém sentada ao seu lado da cama, outras vezes ouvia som da torneira da pia aberta sendo que não tinha mais ninguém na casa com ela. A TV ligava às vezes sozinha, a luz piscava e a família não tinha mais sossego.
Numa manhã, com medo de ficar sozinha em casa, a mãe ficou no quintal tentando revitalizar um jardim que a muito parecia não ter sido mexido. E no que estava tirando o mato e revirando a terra, encontrou parte de um osso humano. Com medo mostrou a policia que ao mexer na terra descobriu cadáver do menino desaparecido. Após investigações a polícia descobriu que o menino foi morto pelo marido de sua mãe depois de descobrir que ele não era se filho e que a mãe, arrependida de ter traído o marido não só foi omissa com o filho como também ajudou a esconder o corpo e mudou – se com os outros filhos e marido.
A família mudou – se para outro bairro da cidade e até hoje quem passa perto da casa jura sentir calafrios e ouvir o choro de uma criança bem como o grito de raiva de uma adolescente...